Baiano
O toque diário era o mesmo, depois do almoço, lá vinha o
Baiano. Nosso sorveteiro não deixava de comparecer assiduamente às nossas
tardes. Sua buzina era infalível, e inesquecível. Não conseguíamos deixa-lo ir
embora sem de novo o nosso picolé comprar, e chupar ali mesmo. Eram deliciosos
os sorvetes do Baiano. Ainda hoje sinto saudades deste nosso sorveteiro
querido, que com sua disposição, munido do seu carrinho vermelho e do seu belo
chapéu marrom, caminhava pela cidade tocando a sua buzina, vendendo picolés e
fazendo amigos!
Rita Reis - maio de 2020

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