Trauma e paúra para toda a vida!
Luiza tinha sete anos e vinha brincando e cantarolando pela rua.
Naquela época não havia movimento de carros, diziam que não havia perigo.
Estavam a caminho de uma casa ali perto para buscar um projetor de filmes. Era
já final de tarde, e estavam caminhando apressados, o padre, e as crianças que
iriam assistir ao filme na casa de uma das avós. Luiza se distanciou um pouco
deles e neste momento saiu um cachorro da casa em frente, correndo em
disparada. Olha aí o perigo! Os donos do cachorro corriam atrás dele e o
chamavam, mas o cachorro foi direto em direção a Luiza e pulou sobre o ombro
dela. Luiza era uma menina pequena e franzina, e o cão quase a derrubou, e
ainda mordeu seu braço. Ela gritava assustada e no mesmo instante o cão pulou
sobre o menininho próximo dela e o mordeu também. Vieram todos em socorro deles. Com isto
desistiram do filme, a aventura acabou em acidente. Agora restava saber sobre a
vida do cachorro: se estaria ou não vacinado, se estaria ou não com raiva. Como
o fox paulistinha era dócil antes e se mostrou muito bravo, a família ficou
ressabiada e sacrificou-o. Restou aos pais de Luiza e de seu amiguinho dar a
vacina nas crianças. A antirrábica era dada na barriga por dias seguidos e cada
dia era um chororô intenso! Para Luiza ficou o trauma e paúra de cães. Trauma e
paúra para toda a vida!
ATENÇÃO:
Obrigada pela sua compreensão e pelo seu tempo!
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